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Será que a hipertensão tem cura?






“Quando você recebe um paciente com hipertensão, o que você faz? Procura investigar estas causas ou passa para ele um hipertensivo e diz que ele vai ter de tomar remédio para o resto da vida?” A pergunta foi feita para uma plateia de médicos pelo cardiologista e ex-professor da Escola de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Lair Ribeiro depois de falar de algumas possíveis causas da doença.


Segundo Dr Lair Ribeiro existe cinco principais causas de hipertensão que são curáveis e que muitos médicos desconhecem. São elas: o aumento da resistência insulínica, a deficiência de magnésio, a deficiência de vitamina D3, o aumento do ácido úrico e o hipotiroidismo subclínico. Elas podem se manifestar de forma isolada ou conjugadas, mas basta tratar o problema que a pressão se normaliza.


“Se o paciente não nasceu com hipertensão, como é que ele vai ter que tomar remédio para o resto da sua vida? Quando o médico afirma que uma hipertensão tem causa idiopática é por que ele não saber a causa", afirma, Dr. Lair Ribeiro recomendado aos médicos, em uma das dezenas de formação que ministra no Brasil e no exterior, que investiguem e tratem as causas primárias citadas e a hipertensão será resolvida.






"Pressão alta tem cura e não é com medicamentos", afirma categoricamente para seus seguidores o Dr Uronal Zacan, médico ortopedista e criador do ProSer, programa de desenvolvimento da saúde integral adotado como curso de extensão pela Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Brasil). Segundo Dr. Uronal, todos os pacientes que chegaram ao programa ProSer com pressão alta e que se dedicaram de uma forma mediana pararam de tomar medicação em menos de 90 dias.


O programa desenvolvido com os participantes baseia-se em exercícios específicos, suspensão de carboidratos na primeira fase e posterior reintrodução de carboidratos de baixo índice glicêmico, além do controlo do stress através da pratica da meditação.


Dr. Uronal salienta que as pessoas não devem parar de tomar medicação por conta própria, mesmo que estejam a fazer alterações importantes no estilo de vida e hábitos alimentares. É importante monitorizar sempre a pressão arterial e ter acompanhamento médico. Só o profissional poderá avaliar e decidir conjuntamente com o paciente a redução ou suspensão do fármaco.











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